Ama-me ou Mata-me
2011
Ama-me ou mata-me, disse ele sem abrir a boca do corpo, gritando com a boca da alma cansada da lama dos dias. Ama-me ou mata-me, gritou ele baixinho, numa surdina de desespero controlado como quem não quer acordar ninguém.
A vida é tão curta. Morreu hoje quem tinha que morrer... E poderia muito bem ser um de nós. Arrastas-me para este turbilhão em que não quero estar. Tudo é simples. Respirar é simples, basta deixar a natureza rolar nas ondas das horas, basta deixar a vida rolar nas marés dos dias. Cansas-te para nada.
Chega aqui. Deita-te no meu colo. Respira a minha morte e sente-me partir. Sente saudades e diz-me se vale a pena... Se realmente vale a pena tantas palavras, tantos gestos, tanto de tudo que vale no fundo tão pouco.
Ama-me ou mata-me, disse ele com a boca da alma sussurrando-lhe ao ouvido, amo-te hoje... E sempre...
A vida é tão curta. Morreu hoje quem tinha que morrer... E poderia muito bem ser um de nós. Arrastas-me para este turbilhão em que não quero estar. Tudo é simples. Respirar é simples, basta deixar a natureza rolar nas ondas das horas, basta deixar a vida rolar nas marés dos dias. Cansas-te para nada.
Chega aqui. Deita-te no meu colo. Respira a minha morte e sente-me partir. Sente saudades e diz-me se vale a pena... Se realmente vale a pena tantas palavras, tantos gestos, tanto de tudo que vale no fundo tão pouco.
Ama-me ou mata-me, disse ele com a boca da alma sussurrando-lhe ao ouvido, amo-te hoje... E sempre...
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